quarta-feira, 10 de novembro de 2010
segundo Phillip Kotler
Tendo a visão clara de que o marketing é a ciência de gerenciamento da demanda, Kotler acredita que o modelo tradicional tende a minguar com o tempo. Isto abre espaço para práticas de criação, comunicação e transmissão de valor aos clientes.
“O marketing 1.0 era centrado no produto; o marketing 2.0 era orientado ao cliente e agora o marketing 3.0 é orientado a valores”, explica. Mais do que isso, o professor da Kellog diz que “estamos em uma era em que a cultura da sua empresa é o conjunto de valores que você representa aos seus clientes”.
Mas o executivo alerta que não adianta querer seguir esta nova onda de evolução e partir de uma cultura 1.0 para a 3.0. “Isto é impossível”, desencoraja Kotler. Para sair de um cenário em que mais do que vender, satisfazer e reter clientes, a empresa que deseja fazer um mundo melhor, precisa de uma mudança de comportamento. E um pensamento precisa ficar claro: “Sua empresa vende experiência e não produtos e serviços”, proclama Kotler, como se fosse um mantra.
E para ajudar aos congressistas da HSM ExpoManagement 2010, Kotler lista as 8 características das empresas mais admiradas ao redor do mundo, do livro “A Bolha da Marca”, que analisou 40 mil marcas durante 20 anos. São elas:
1. Alinham os interesses de todos os grupos de stakeholders.
2. Os salários de seus executivos são relativamente modestos.
3. Adotam uma política de “portas abertas” de acesso à alta gerência.
4. A remuneração e os benefícios de seus funcionários são elevados para a categoria; o treinamento de seus funcionários é mais longo; e a rotatividade da mão de obra é menor.
5. Contratam pessoas que têm entusiasmo pelos clientes.
6. Consideram os fornecedores parceiros legítimos, que colaboram para melhorar a produtividade e a qualidade e para reduzir os custos.
7. Acreditam que a cultura corporativa é seu maior ativo e sua principal fonte é a vantagem competitiva.
8. Seus custos de marketing são muito menores que os de outras empresas do setor e, ao mesmo tempo, a satisfação e a retenção de clientes são muito maiores.
Em resumo, Kotler defende que as empresas são amadas, porque seus clientes satisfeitos fazem a publicidade. “Se você cria um caso de amor com seus clientes, eles mesmos se encarregam por fazer a sua publicidade”, conclui.
HSM Online
09/11/2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Sir Henrique Guerra versus Expo Mundial de Shanghai
Gostaria de dar uma pincelada sobre a palestra que o diretor de criação da agência de eventos TV1, Henrique Guerra, proferiu nesta manhã aqui na criação.
Para entender um pouco sobre o assunto, a Expo Mundial de Shanghai aconteceu de 30 de abril a 31 de outubro deste ano e contou com a participação de 246 países.
Com o objetivo despertar a atenção do mundo sobre o futuro desenvolvimento das cidades e o enfretamento dos desafios, o tema foi "Melhor Cidade, Melhor Vida.
Com base neste conceito, todos os países fizeram uma leitura individual sobre o seu entendimento do tema, mostrando a cultura e os desafios do país.
O local do evento foi uma série de pavilhões e complexos ao longo do rio Huangpu, que estiveram interligados a linhas de mêtro, trens e transporte pelo rio. O complexo inteiro atingiu uma área de 5.28km².
Agora que já entendemos a Expo, vamos falar um pouco da palestra: Henrique nos mostrou que o Brasil assim como a TV1 estão por dentro das principais tendências tecnológicas e sustentáveis do mundo.
Segundo ele, o que se viu foi muitas projeções, de tamanhos, formatos e proporções variadas; painéis de led, iluminações com diversos efeitos e texturas, e claro como não poderiam deixar de ser, criatividade em soluções simples que viabilizam idéias fantásticas.
Com isso, o recado passado, pelo menos no meu entendimento, foi que podemos e devemos abusar das projeções, leds, iluminação, mas também e principalmente pensar com simplicidade tanto em cenografia, comunicação e em materiais viáveis e alternativos.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
óh eu aqui de novo!
Bom, primeiro gostaria de começar me desculpando pela ausência! Sei que não é desculpa, mas andei trabalhando muito – o que é bom.
Mas vamos ao que interessa: como já falei antes, estou aqui na TV1, na agencia de eventos, e aqui o bicho pego (ainda bem), tem muito trabalho, e pouco tempo pra executar.
De qualquer forma, a TV1 é uma agencia dinâmica, que está sempre por dentro das tendências de mercado, isso acrescenta muito.
No próximo post vou contar um pouquinho sobre a palestra do Henrique Guerra, diretor de criação da agência.
É isso, vê se confere heim!
Bjs
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Barbara Paz - Hell
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
trampo, muito trampo!
Pensa você: ficar em casa é bom, mas demais fica boring.
Eu estou no meio de um projeto bem legal, com galera legal, e se tudo der certo,
vamos emplacar mais uma vez.
O que vai fazer a diferença? TUDO!
Como já dizia John Steel, o planejamento deve conversar com a criação e a criação deve conversar com o consumidor.
bjos e daqui a pouco conto se ganhamos a concorrência.
sábado, 25 de setembro de 2010
e falando em brief ...

sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Um bom brief não pode ser feito no vácuo
Na verdade o que ele quer dizer com isso: a equipe deve estar totalmente envolvida na hora de escrever o brief, isto é, o planner, o criativo, e o atendimento.
"Não sei por que tantos planejadores e profissionais de atendimento se debruçam sozinhos sobre os briefs quando seria muito mais fácil ( o raciocínio final provavelmente seria muito melhor) se eles trocassem idéias com outras pessoas no início do processo." Jon Steel.
É isso aí, eu concordo plenamente, pois se pensarmos, que se o brief é escrito com todas as informações, e se todos estão de acordo, a probabilidade do job sair certo é muito maior do que se o planner o fizer sozinho.
Adoro esse cara!
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Cool hunting
Observa as ruas em busca de tendências e padrões de comportamento
trabalho multidisciplinar
Termo usado pela primeira vez por Malcolm Gladwell em 1997: "The cool hunting: annals of the style", para o New Yorker.
Para que serve?
entender grupos e pessoas
prever desejo do consumidor
obervar um padrão de comportamento
criação de novos produtos
campanhas publicitárias
ações de marketing
estudo de mercado
No meu ponto de vista, e para a minha profissão de publicitária, o cool hunting agrega bastante no meu dia-a-dia, isto é, me possibilita o treinamento do olhar, e a descorberta de novas tendências.
Mas tem que treinar, não é da noite para o dia.
O Brasil tem um grande potencial de mercado

terça-feira, 21 de setembro de 2010
o que é cool?
Lá aprendi alguns passos pra decifrar o que é cool e como pode-se agregar no dia-a-dia.
Vamos lá:
cool é um adjetivo mutável,
que pode mudar, o que é cool hoje pode não ser amanhã
ser cool é way of life
Hoje pra trabalhar na área publicitária, moda, e algumas outras, tem que cool.
Mas para mim pessoalmente, ser cool significa dentre outras coisas, estar antenada com as tendências mundiais, e conhecer o que está rolando mundo a fora.
Não basta colocar aquela ropinha bacana que está na moda, muito pelo contrário, ser cool é exatamente o contrário disso: se diferenciar perante a multidão.
Para estar plugado com as tendências do mundo, exige-se dedicação e tempo. Você parou pra pensar quantas coisas bacanas e inovadoras podem estar acontecendo exatamente agora?
ufa ... muitas coisas.
Por isso, o negócio é mais complicado do que se imagina.
É isso aí, aqui vai um site legal www.trendstop.com
Amanhã vamos falar um pouco mais sobre cool
até ...
hello
O que significa essa palavra e o que se espera dela no mercado.
Vamos conhecer alguns sites.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Voltei
Estou eu aqui de novo cheia de vontade de voltar a escrever e pesquisar as tendências para dividir com vocês.
Esta sensação é bem legal, daqui pra frente vamos trocar idéia e somar experiências.
Que tal, vamos nessa?










